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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Imagina...

Imagina que em vez de te reconhecerem como sendo um animal, um porco, as pessoas apenas te reconheceriam como "bacon".
Imagina a dor que sentirias se te arrancassem os testículos quando eras ainda um bébe e sem anestesia.
Imagina que tinhas uma cauda e que ta cortavam sem anestesia.
Imagina que te tiravam cada um dos dentes que tens com um alicate e, mais uma vez, sem anestesia.
Imagina o que será viver sobre fezes.
Imagina viver preso entre ferros apertados e frios onde não terias qualquer espaço de locomoção.
Imagina que nunca poderias estar com a tua mãe e sentir o seu amor.
Imagina a sensação de medo contante.
Imagina viver num lugar onde todos à tua volta vão desaparecendo e sabes que um dia acabarás como eles.
Imagina como seria ver os teus irmãos ou os teus próprios filhos a ter as suas cabeças esmagadas contra a parede/o chão para que o crânio estalasse.
Imagina a sensação de ser eletrocutado constantemente.
Imagina o que será ter uma corda a apertar o pé enquanto estás de cabeça para baixo e te cortam a garganta.
Imagina que o único momento em que vês a luz do sol é quando estás num camião apertado e cheio de criaturas assustadas como tu.
Imagina que sofres de um calor/frio extremo porque ninguém se importa com o teu conforto porque sabem que vais morrer de qualquer das formas.

Esta é a realidade dos porcos antes de acabarem como este pequenino lindo...


É possível viver sem causar todo este sofrimento. Pensem neles, por favor.

sábado, 16 de agosto de 2014

Se só nós importamos...

Se o sofrimento dos animais não vos toca nem um pedaço do coração, deixo esta fotografia de uma senhora a dar água a uns porquinhos desidratados. Presos num camião praticamente escaldado ao sol, nada podem fazer a não ser continuar a tentar sobreviver e "esperar" pela hora de ir para o matadouro.
Assim que sentem que alguém está perto aproximam-se com as forças que ainda restam; quando sentem a água fresca a tocar no focinho, a energia rapidamente volta e esforçam-se por conseguir agarrar o resto da água que cai sobre as suas patinhas.
Não são só os animais que sofrem, nem é só a nossa saúde que se torna frágil. Reparem no que nós, pessoas que olham para além do prato, sofremos com a crueldade que continua a existir todos os dias em todos os países do mundo.
Esta mulher não os libertou porque, se o fizer, é considerada uma criminosa. Então apenas lhes proporcionou algum conforto no meio de todo aquele sofrimento; concedeu-lhes o único ato de bondade que receberam - da parte de um humano.