Quando as pessoas dizem que só gostam de determinada raça de cão ou gato pergunto-me se também escolhem os amigos (humanos) pela aparência.
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
sábado, 2 de janeiro de 2016
Lixo no chão? És um parvalhão
Na primeira publicação deste ano dirijo-me a todas as pessoas que deitam lixo no chão. Parem. Basta. O mundo parece grande, um papel amachucado no chão parece inofensivo, mas não só é a sujidade feia como o mundo está cansado da poluição que causamos.
Se fumas deita as beatas para o lixo bem apagadas.
Se bebeste um sumo guarda o pacote na mala e recicla mais tarde.
etc. etc.
É simples, limpo, ecológico e não é um dever exclusivo dos vegans.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
Jantar de Natal
O meu prato principal e sobremesa de natal não passaram de pratos simples e acessíveis. Como prato principal fiz beringela em molho de tomate e como acompanhamento um puré de batata doce. Infelizmente apaguei a foto mas a receita e o aspecto podem ser vistos aqui no site da Ana Galvão. Como sobremesas tive um bolo de bolacha (já devem ter reparado que é um dos meu bolos preferidos) e um salame, que foi uma nova experiência culinária para mim e também não há fotografia porque não me lembrei. Comi ainda uns quantos mon cherie (sim, é vegan ^_^).
Espero que tenham tido uma boa noite junto da família :)
sábado, 5 de dezembro de 2015
Papas de milho
O inverno pede pratos quentes e fáceis porque ninguém gosta de estar na cozinha muito tempo com o frio que já se sente. Papas de milho são uma receita que a minha avó me fazia muitas vezes durante a minha infância. Aproveitem esta fácil receita para ficarem mais tempo tapadinhos no sofá!
Ingredientes:
200ml de água
3 a 4 colheres de sopa de farinha de milho
manteiga vegetal
sal
acúçar amarelo
canela
Preparação:
Aquece-se a água com as colheres da farinha de milho que podem variar consoante o gosto; eu prefiro as papas mais para o líquido, por isso ponho 3. Adiciono um pouco de sal e meia colher de chá de manteiga vegetal. Mexendo sempre, porque é natural que a farinha pegue, deixa-se levantar fervura e de seguida esperam-se mais uns 10 minutos em lume médio (mexendo sempre!). Quando servir junta-se o acúcar e a canela a gosto. O último passo é ir para o sofá, tapar-se com a mantinha e ligar a tv ^.^
Espero que gostem!
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
Efeito nocivo da individualidade
Há uns dias vi um vídeo no youtube de um rapaz que fez um experimento social que consistia em parar os carros em que os condutores estivessem a utilizar o telemóvel e pedir-lhes que não o fizessem visto que a rua era movimentada e podiam provocar um acidente, matar alguém ou a eles mesmos. Todas as pessoas ficaram muito chateadas, porque ele meteu-se na vida delas. Quem era ele para lhes mandar parar de usar o telemóvel? Ah, e pelos vistos todas as chamadas em que estavam era importantíssimas por isso era impossível desligar! Certo é que, ao cometermos certas acções como a de utilizar o telemóvel na estrada estamos a pôr em risco a própria vida e a de todas as pessoas que circulam nos passeios e passadeiras, mesmo assim estas pessoas diziam que ele não tinha de as importunar (houve até quem dissesse que se batesse com o carro não fazia mal).
O que quero sublinhar aqui é que o mesmo acontece em relação ao consumo de peixe. Em 2048 é certo que não haverá peixe nos oceanos e mesmo assim as pessoas que os comem acreditam que ninguém tem de as impedir de comer certas coisas. Mas eu, que não consumo peixe e procuro salvá-los terei um mar vazio sem ter feito nada de mal. É preciso repensar certas acções e principalmente pensar nelas como um todo e não como um indivíduo. Estamos todos neste mundo e queremos continuar, quem não quer não prejudique a vida dos outros só porque não gosta da sua.
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Além do Carnismo
Este é um vídeo de uma palestra que explica a psicologia por trás do consumo de carne. Interessantíssimo!
"Existe um dom na nossa dor. A nossa dor é o espelho que reflecte a nossa humanidade"
"As falácias carnistas estão incorporadas na base do sistema. Aprendemos a observar o mundo pela perspectiva do carnismo."
"Todas as atrocidades foram possíveis porque se fechou os olhos a uma realidade considerada demasiado dolorosa para se enfrentar. Todas as transformações sociais foram possíveis devido aos que escolheram tomar conciência."
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
Pombos
"Pombos? São uma praga autêntica", "Eu tenho lá uns sacos na varanda para os afastar que eles cagam-me tudo", "Eu afojento-os sempre que os vejo na rua". Eu, eu, eu, eu e mais eu. Mas o que é que os pombos fizeram de tão errado para receber tanto ódio? Nada. As pessoas odeiam pombos porque circula por aí a ideia de que como há muitos eles são uma praga e porque não nos são úteis (apesar de haver quem os coma). O ser humano tem a péssima ideia de que os animais são objectos, logo se não servem para nada podem ser maltratados. Este pensamento é sobretudo dos mais velhos. Se têm avós ou pais que afujentam estes animais podem e devem dizer-lhes que o mundo é de todos e que os pombos são necessários porque embelezam a cidade com os seus voos e porque os gatinhos gostam de os ver do outro lado da janela. Se cagam? sim, e quem não o faz? Quem polui os oceanos? Quem destrói habitats? Quem deita árvores abaixo? Somos obviamente menos necessários que eles....
Gostava que os pombos me pudessem compreender porque diria imediatamente que a minha varanda é livre de ignorância, ódio e crueldade. São bem vindos à minha casa.
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