quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Massa com bolonhesa de soja

Aqui está um prato que faço muitas vezes mas ainda não tinha partilhado no blogue. Relembro que as minhas receitas são todas a olho e por isso não ponho quantidades, mas aviso que a soja em contacto com a água cresce muito.

Ingredientes:
Cebola
Alho
Soja granulada
Molho de tomate
Massa à escolha (espiral, lacinhos, esparguete...)
Sal
Especiarias: pimenta, orégãos e salsa

Preparação:
Leve ao lume azeite com cebola e dentes de alho e deixe alourar. Quando estiverem douradinhos junte molho de tomate a gosto e um copo de água. Adicione o sal e as especiarias e espere que os sabores se unam. Coloque a soja num passador e passe-a por água, só depois é que a deve juntar ao molho de tomate. É importante ir mexendo para envolver bem a soja no molho e se for preciso adicione mais água. Deixe a soja em lume baixo durante aproximadamente 15 minutos. Quando estiver pronta coloque-a sobre a sua massa preferida previamente preparada. No final polvilhe com mais salsa. Pode ainda adicionar azeitonas.


terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Aparências...

Quando as pessoas dizem que só gostam de determinada raça de cão ou gato pergunto-me se também escolhem os amigos (humanos) pela aparência.


sábado, 2 de janeiro de 2016

Lixo no chão? És um parvalhão

Na primeira publicação deste ano dirijo-me a todas as pessoas que deitam lixo no chão. Parem. Basta. O mundo parece grande, um papel amachucado no chão parece inofensivo, mas não só é a sujidade feia como o mundo está cansado da poluição que causamos.

Se fumas deita as beatas para o lixo bem apagadas.
Se bebeste um sumo guarda o pacote na mala e recicla mais tarde.
etc. etc.

É simples, limpo, ecológico e não é um dever exclusivo dos vegans.


segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Jantar de Natal

O meu prato principal e sobremesa de natal não passaram de pratos simples e acessíveis. Como prato principal fiz beringela em molho de tomate e como acompanhamento um puré de batata doce. Infelizmente apaguei a foto mas a receita e o aspecto podem ser vistos aqui no site da Ana Galvão. Como sobremesas tive um bolo de bolacha (já devem ter reparado que é um dos meu bolos preferidos) e um salame, que foi uma nova experiência culinária para mim e também não há fotografia porque não me lembrei. Comi ainda uns quantos mon cherie (sim, é vegan ^_^).
Espero que tenham tido uma boa noite junto da família :)




sábado, 5 de dezembro de 2015

Papas de milho

O inverno pede pratos quentes e fáceis porque ninguém gosta de estar na cozinha muito tempo com o frio que já se sente. Papas de milho são uma receita que a minha avó me fazia muitas vezes durante a minha infância. Aproveitem esta fácil receita para ficarem mais tempo tapadinhos no sofá!

Ingredientes:
200ml de água
3 a 4 colheres de sopa de farinha de milho
manteiga vegetal
sal
acúçar amarelo
canela

Preparação:
Aquece-se a água com as colheres da farinha de milho que podem variar consoante o gosto; eu prefiro as papas mais para o líquido, por isso ponho 3. Adiciono um pouco de sal e meia colher de chá de manteiga vegetal. Mexendo sempre, porque é natural que a farinha pegue, deixa-se levantar fervura e de seguida esperam-se mais uns 10 minutos em lume médio (mexendo sempre!). Quando servir junta-se o acúcar e a canela a gosto. O último passo é ir para o sofá, tapar-se com a mantinha e ligar a tv ^.^
Espero que gostem!


sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Efeito nocivo da individualidade

Há uns dias vi um vídeo no youtube de um rapaz que fez um experimento social que consistia em parar os carros em que os condutores estivessem a utilizar o telemóvel e pedir-lhes que não o fizessem visto que a rua era movimentada e podiam provocar um acidente, matar alguém ou a eles mesmos. Todas as pessoas ficaram muito chateadas, porque ele meteu-se na vida delas. Quem era ele para lhes mandar parar de usar o telemóvel? Ah, e pelos vistos todas as chamadas em que estavam era importantíssimas por isso era impossível desligar! Certo é que, ao cometermos certas acções como a de utilizar o telemóvel na estrada estamos a pôr em risco a própria vida e a de todas as pessoas que circulam nos passeios e passadeiras, mesmo assim estas pessoas diziam que ele não tinha de as importunar (houve até quem dissesse que se batesse com o carro não fazia mal). 
O que quero sublinhar aqui é que o mesmo acontece em relação ao consumo de peixe. Em 2048 é certo que não haverá peixe nos oceanos e mesmo assim as pessoas que os comem acreditam que ninguém tem de as impedir de comer certas coisas. Mas eu, que não consumo peixe e procuro salvá-los terei um mar vazio sem ter feito nada de mal. É preciso repensar certas acções e principalmente pensar nelas como um todo e não como um indivíduo. Estamos todos neste mundo e queremos continuar, quem não quer não prejudique a vida dos outros só porque não gosta da sua.