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segunda-feira, 6 de abril de 2015

Criar um filho vegan

Li hoje esta fantástica publicação de uma mulher sobre o seu filho vegan. Fala por ela mesma e pelas outras mães vegan que são atacadas porque estão a "subnutrir" os seus filhos ou a "privá-los da vida social".
Este tipo de testemunhos são importantes para mostrar que o veganismo não põe ninguém em risco de vida e muito menos torna alguém inapto a viver em sociedade. É preciso espalhar a palavra de que ter gosto pela própria vida e pela vida dos animais não é nada mais do que aquilo que todos deveríamos seguir.
Vale muito a pena ler.
Basta clicar no link abaixo.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Publicidade enganosa

Todos os dias, em todos os intervalos entre programas na televisão, passam anúncios publicitários em que a maior parte das pessoas acredita ou prefere acreditar. Anúncios de empresas que põem em causa a saúde das pessoas que consomem os seus produtos e o bem estar e segurança dos animais.
Anúncios como "a vaca que ri" (pessoalmente o que mais me enerva), manteiga para combater o colesterol (mega contradição), vaquinhas felizes nas carrinhas de transporte da carne para o talho (este então nem se fala)...
Estas publicidades não passam de mentiras que fazem as crianças acreditar que as vacas nos dão leite diariamente porque são muito simpáticas e que os perús fazem fila para ir parar a uma embalagem de plástico no supermercado. São muito bons a criar anúncios de produtos maus mas isso é porque deturpam a realidade. Realmente parece que o mundo fica mais bonito se as pessoas consumirem aqueles produtos mas é responsabilidade de cada um escolher levar com essa lavagem cerebral ou não.
Já disse, e volto a repetir aqui no blogue que, os animais não existem para ser os nossos produtos. Eles existem porque existem, tal como nós existimos porque existimos. Eles não se voluntariam para nos dar os seus corpos e o que sai deles, nós roubamos-lhes tudo - a liberdade, a segurança, o conforto, a família, a vida... TUDO. Ponham-se no lugar deles.



Aos que os consomem: não precisam de gostar deles, nem precisam de os achar fofinhos, só precisam de os respeitar como companheiros terrestres que são.